O ano de 2007 nem bem começou e já surgiu um belo case publicitário que se destaca pela participação especial do velho conhecido da galera: Murphy. Aquele mesmo, o da lei.
Iniciada na virada de 2007, a nova campanha do Banco do Brasil, idealizada pela Artplan, tem o intuito de aumentar a identificação do correntista com o banco, usando para esse fim a idéia de mudar o nome da instituição para "Banco do Fulano".
Tudo isso é muito legal, funciona muito bem nas agências, na mídia impressa e na TV. Já na internet...
A idéia de trocar o nome de Banco do Brasil para Banco do Bruno, Banco do Ciro, Banco da Maria ou quaisquer outros nomes, fez com que os usuários acreditassem que o site havia sido pichado.
Como a desconfiança e a preocupação com a segurança de sites de bancos hoje em dia é enorme, devido aos constantes casos de phishings, alguns usuários que acessaram o site ficaram receosos de terem seus dados roubados.
Não bastasse isso, a notícia acabou gerando um grande volume de acessos (aumento de 275% em comparação com o normal) que inundou o site e tornou seu carregamento praticamente impossível em vários lugares. Eu mesmo não consegui carregá-lo em 3 tentativas diferentes ao longo da tarde de hoje, chegando a esperar cerca de 10 minutos em cada tentativa.
O que aconteceu aí foi aquela velha história de que nem tudo que funciona nas mídias tradicionais vai necessariamente funcionar on-line. E foi através dessa brecha que Murphy se propagou, levando clientes confusos até as agências, congestionando a central telefônica e distribuindo muita dor de cabeça - que poderm parar de doer (ou não) depois de alguma guilhotinada...
Alguém não vai dormir hoje.
Terça-feira, 2 de Janeiro de 2007
Banco do Murphy
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1 comentários:
aí minha cabeça. ai meu emprego. ai minha carreira promissora... :\
como diria o bom e velho Lionel Luthor: "detalhes, Lex. o Diabo está nos detalhes."
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