quinta-feira, 26 de outubro de 2006

10 mortes do cinema de terror

Para quem curte filmes de terror, aqui está algo que pode agradar: uma lista com as 10 melhores mortes do estilo.

Como disse antes, listas são algo difícil de agradar a todos e que eu tenho dificuldade de fazer, mas, independente disso, acho que vale uma olhada para poder rever cenas de clássicos como "Scanners", "Fome animal", "O enigma do outro mundo", entre outros.

A dica é do César.

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Medo leva à raiva

...raiva leva ao ódio, ódio leva ao sofrimento.

A famosa frase de Mestre Yoda em Episódio I foi uma das coisas que lembrei quando li o artigo "A indústria fonográfica e o marketing do medo" - dica do Caparica.

O modelo de negócios da indústria fonográfica é antigo. Não é competitivo com a internet. Não se atualizou diante da inovação tecnológica. Hoje em dia, defender este modelo é tentar ir contra a realidade da demanda. É querer obrigar pelo medo que o consumidor compre, por R$ 25, um CD que pode ser bem vendido por R$10 ou menos.


Este é apenas um trecho. Recomendo uma lida nele.

Outra coisa da qual acabei me lembrando foi de um famoso cartaz:

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

"Fui ludibriada pela Microsoft"

A frase acima é de uma usuária de WinXP que liga para o suporte da MS reclamando da atualização que indica cópia pirata.

Você pode podia conferir a gravação da conversa lá no Blog do Jônatas e garantir umas ótimas risadas.

Atualização: A referência para o Blog do Jônatas não está mais disponível, mas a conversa pode ser conferida no YouTube.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Ditador e cinéfilo

Ex-diretor do Centro de Análise da Personalidade e do Comportamento Político da CIA, Jerrold M. Post escreveu um artigo para o “Los Angeles Times” afirmando que o filme favorito do ditador era “O poderoso chefão”.

Boneco do ditador no filme Team AmericaO ditador em questão é o novo vilão do cenário político internacional, Kim Jong Il, da Coréia do Norte.

Segundo o artigo "Os ditadores também amam", de Ricardo Calil, o figura possui entre 10 mil e 20 mil títulos em sua coleção particular e já até seqüestrou cineastas para poder ter filmes seus rodados.

Por uma coleção deste porte até eu tiranizava um país. ;)

Knorr, Renault e...?

Há algum tempo fiz um post falando da peça que a JWT fez para a Knorr, mostrando um garoto, filho de pais separados, indo passar o dia com o pai.

Pois parece que o argumento é tão bom que Lowe resolveu utilizá-lo em uma peça da nova campanha da Renault.

Knorr, Renault e... Quem será o próximo?

Será que perdi alguma pesquisa de perfil do consumidor que soltaram por aí?

Anacronismo estrelando comercial

Acredito que muitas pessoas que se interessam por música - um pouco que seja - vez ou outra resolvem montar sua banda dos sonhos, escolhendo aqueles que consideram os melhores músicos e imaginando-os dividindo o palco.

Isso nem sempre é viável, já que os músicos podem estar mortos. Mas a tecnologia talvez possa contornar essa dificuldade, como vimos em vários filmes nos quais os atores interagem com cenas gravadas muitos anos antes. O exemplo mais notável disso talvez seja "Forrest Gump", como quando ele inspira John Lennon a compor "Imagine".

E foi com tecnologia e muita paciência para esquadrinhar vídeos de shows de diversos artistas - para poder achar ângulos que permitissem uní-los - que a britânica Radio 2 pôde montar uma peça publicitária para TV reunindo no mesmo palco nomes da música de quatro gerações: Marvin Gaye, Stevie Wonder, Jimmy Page, Keith Moon, Sheryl Crow, Noel Gallagher e The Sugababes, liderados por Elvis Presley.

O vídeo está fazendo grande sucesso e em apenas um dia obteve cerca de 13 mil visualizações no YouTube, chegando a quase 40 mil neste instante.

Confira:



IMHO, independente de quem são os músicos, a grande estrela do comercial é o divertido anacronismo.

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

É apenas faz-de-conta

Cartaz do filme Em busca da Terra do NuncaAntes do lançamento do seu novo álbum, "A Twist In The Myth", a banda alemã Blind Guardian lançou um single com três músicas: a faixa-título "Fly", a balada "Skalds and Shadows" e o cover "In a Gadda da Vidda", da banda Iron Butterfly.

O que chamou a atenção foi o fato de a música escolhida para encabeçar o single que precederia o novo trabalho ter como tema a figura de Peter Pan. Não que fosse algo incomum à banda, uma vez que o menino que nunca cresce já esteve presente no álbum "Imaginations from the other side" - considerado por muitos fãs como a obra-prima dos bardos alemães -, mas o que se destacou foi o fato de a música não tratar exatamente dele, mas sim do filme "Em busca da Terra do Nunca" ("Finding Neverland"), com Johnny Depp e Kate Winslet, que conta a história do processo de criação do personagem.

Contudo, a letra de "Fly" diferencia-se pelo fato de não narrar aventuras, mas por ser um ode à inspiração, criatividade e imaginação, o que não pude perceber em profundidade até assistir ao filme, que esclarece alguns de seus trechos.

E é justamente por causa disso que fiz esse post: Hoje é dia 12 de outubro e, para comemorá-lo, aproveitando que é feriado, deixo aqui a minha dica de um bom filme para curtir.

Mas, por favor, não assista com palavras como "somente" ou "apenas" em mente. Depois disso, garanto que você também vai querer chegar à Terra do Nunca.

E para o caso de ter se esquecido, é fácil chegar lá: segunda estrela à direita e siga até o amanhecer.

Cena do filme Em busca da Terra do Nunca

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Não entendo terrorismo, falávamos de amizade

Renato RussoEu sou um fã da Legião Urbana que só conheceu a banda após a morte de Renato Russo. Mesmo assim, ela teve uma grande importância para mim.

Embora não seja a que mais ouço no dia-a-dia, ela é, sem dúvida alguma, uma das bandas cujas letras mais me impressionam pelo conteúdo e pelas mensagens, que me foram muito relevantes durante a adolescência - e ainda o são.

Hoje completam-se 10 anos da morte de Renato Russo e não poderia deixar de prestar-lhe uma singela homenagem.

Fui buscar nas letras da banda algumas passagens que poderiam retratar aquilo que o próprio Renato poderia estar pensando a respeito da realidade pós-11/9 em que vivemos, caso ainda estivesse vivo.

São trechos que refletem uma pessoa que nunca deixou de ter esperança.


Não entendo terrorismo, falávamos de amizade
- "Sereníssima"

Porque esperar se podemos começar tudo de novo
Agora mesmo
A humanidade é desumana
Mas ainda temos chance
O sol nasce pra todos
Só não sabe quem não quer.
- "Quando o sol bater na janela do teu quarto"

Não vou deixar me embrutecer
Eu acredito nos meus ideais
Podem até maltratar meu coração
Que meu espírito ninguém vai conseguir quebrar.
- "Um dia perfeito"

Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo
prefiro acreditar no mundo do meu jeito
- "Eu era um lobisomem juvenil"


Será que alguém se lembra de mais alguma parte que poderia se encaixar nessa realidade que citei?

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Gort, Klaatu barada nikto

"Este teste nuclear é mais uma razão para que a comunidade internacional renove seus esforços coletivos para a entrada em vigor de Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares (CTBT, em inglês) e avance para o desarmamento nuclear multilateral"

Estas são palavras do Secretário-geral da ONU, Kofi Annan, sobre o teste nuclear realizado hoje pela Coréia do Norte, condenado pelo Conselho de Segurança.

O CTBT - Comprehensive Nuclear Test Ban Treaty, é um tratado que bane todos os testes nucleares, sejam eles atmosféricos ou subterrâneos, militares ou civis, e foi aberto para assinaturas em 10 de setembro de 1996.

Para ele entrar em vigor é necessário que todos os 44 países que detém capacidade nuclear o ratifiquem.

Contudo, além do jogo de empurra entre certas potências (do tipo "Assina você primeiro.", "Não, não... Você primeiro"), alguns países já afirmaram que de qualquer forma não vão assinar, como Coréia do Norte, Índia e Paquistão.

Coincidentemente, algumas dessas potências nucleares são as que hoje condenam o teste nuclear e são as mesmas que realizaram a maior parte dos mais de 2000 testes que ocorreram antes deste.

Gort e Klaatu em cena do filme 'O dia em que a Terra parou'Ou seja, o que vemos neste momento é a compilação de 10 anos de postergação da erradicação da ameaça atômica, com muito jogo de interesses, de palavras e poucas ações que efetivamente levem o mundo a alcançar este objetivo.

Vemos de um lado, países que detém o poder atômico que o utilizam para tentar crescer no cenário internacional e do outro, potências atômicas que não querem novos membros no clubinho e que possam se tornar uma ameaça.

Fico vendo isso tudo pensando cá com meus botões achando que vamos precisar de um ultimato externo, como em "O dia em que a Terra parou", ou nos ferramos como na letra de "Electric Funeral", do Black Sabbath.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Geopolítica, nomes e RAVs

Assistindo ao notíciário hoje cheguei à conclusão de que geopolítica era mais fácil na época do meu pai.

Não poucas vezes vi os âncoras dando nós na língua para falar Abu Musab Al-zarqawi ou Abu Hamza al-Muhajir, o que não acontecia na época de Nikita Krushev, Leonid Brejnev e Boris Yeltsin.

Fico imaginando quais serão os nomes da próxima geração de antagonistas.


Aliás, esses dias assisti ao filme "Obrigado por fumar" e me chamou a atenção o fato do produtor de Hollywood dizer que o protagonista queria ver cigarros em personagens que não fossem RAV - Russos, Árabes e Vilões.

Não sei se essa classificação existe de fato (não creio) ou se foi criada pelo filme, em mais uma de suas jogadas sarcásticas, mas reflete bem certos estereótipos do cinema.

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

NCC-1701

Há quarenta anos começavam as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações... Audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve.

Apesar de ter sido em setembro, não poderia deixar de prestar essa homenagem.

Vida longa e próspera _\\//

Xiita, eu?

O profissional amador é aquele que desconhece ou não aplica normas de boas práticas em nada do que faz. Seu objetivo final é a grana do cliente somente.

Boas práticas devem ser transmitidas aos outros como uma demonstração de benefícios, [...] e não como uma religião geek.


O Henrique Pereira mandando muito bem outra vez em um de seus posts.